Existe relação entre a Hipertensão e a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP)?

Na verdade, a hipertensão é um dos principais fatores de risco para distúrbios vasculares, incluindo a doença arterial obstrutiva periférica. Dos hipertensos, cerca de 2 a 5% apresentam dores causadas por fluxo de sangue intermitente, que ocasiona um dos principais sintomas da DAOP e de doenças como:

  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Ataque cardíaco;
  • Insuficiência cardíaca

Fique atento, pois os pacientes que sofrem de hipertensão e da doença arterial obstrutiva periférica têm um risco ainda muito maior de sofrerem infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Não há consenso sobre o tratamento específico da hipertensão, pois os estudos controlados sobre terapia anti-hipertensiva em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica, especificamente, são limitados.

Por isso, os especialistas debatem a necessidade óbvia de mais estudos nesta área, especialmente porque as duas condições são encontradas juntas com frequência. No entanto, como o risco é alto em todos os pacientes com DAOP, o objetivo mais importante continua sendo diminuir o risco cardiovascular de uma forma geral, em vez de se concentrar apenas no controle da pressão arterial e na redução dos sintomas da DAOP.

O que fazer para evitar a hipertensão e a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP)?

Especialistas do mundo todo recomendam que todas as pessoas, incluindo aquelas com hipertensão, realizem pelo menos 150 minutos de exercícios em intensidade moderada, ou até 75 minutos por semana de exercícios de alta intensidade.

Outro problema que devemos evitar ou aprender a lidar, é o estresse. O controle da  frustração, impaciência, inquietação e irritação pode ser benéfico para a pressão arterial. Meditação, banhos quentes, ioga e simplesmente longas caminhadas são técnicas de relaxamento que podem ajudar a aliviar o estresse.

Além disso, é recomendável que se evite o consumo de álcool, drogas recreativas, tabaco e junk food, pois podem contribuir para o aumento da pressão arterial e para as complicações da hipertensão.

Outro vício que devemos evitar é o cigarro. Parar de fumar, além de reduzir o risco de hipertensão, pode evitar problemas cardíacos graves e outros problemas de saúde.

Procure um especialista para tratar do problema. Não deixe que ele evolua

A hipertensão e a doença arterial obstrutiva periférica podem ocorrer juntas e é até comum em alguns casos. Os dois distúrbios também parecem compartilhar alguns fatores de risco e causas.

Os devidos ajustes no estilo de vida podem ajudar a controlar a pressão sanguínea e os outros fatores de risco, mas o paciente necessita de um diagnóstico completo, com exames e um plano de tratamento completo, para a vida toda.

A doutora Fernanda Mescolin é a angiologista que vai te ajudar a preparar um plano de tratamento individual, pois ela é especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Além disso, ela é adepta de tratamentos que possibilitam uma recuperação mais rápida ao paciente. Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


Entenda os principais fatores de risco e os sintomas da doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)

A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) consiste no estreitamento das artérias periféricas, esse distúrbio afeta mais comumente as artérias nas pernas.

As cãibras são uns dos sintomas mais comuns envolvendo a doença que também pode ser responsável por dor ou cansaço nos músculos da perna, ou do quadril ao caminhar, ou subir escadas. Normalmente, essa dor desaparece com o repouso e retorna quando a pessoa volta a caminhar.

Esteja ciente de que:

  • Muitas pessoas confundem os sintomas da DAOP com outra coisa.
  • Pessoas com doença arterial periférica têm maior risco de doença arterial coronariana, ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.
  • Se não for tratada, a doença pode levar à gangrena e até à amputação.

Quais são os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença?

Muitos fatores podem aumentar suas chances de apresentar a doença arterial periférica. Alguns desses fatores você pode até evitar, mas outros são condições genéticas ou que chegam com a idade. Confira os principais:

  • Ser fumante.
  • Ter diabetes.
  • Ser obeso (um índice de massa corporal superior a 30).
  • Ter pressão alta.
  • Ter colesterol alto.
  • Ter idade avançada (especialmente após os 50 anos de idade).
  • Histórico familiar de doença arterial periférica, doença cardíaca ou acidente vascular cerebral.
  • Altos níveis de homocisteína, um componente proteico que ajuda a construir e manter o tecido

Se a sua doença arterial obstrutiva periférica é causada por um acúmulo de placas nos vasos sanguíneos (aterosclerose), você também corre o risco de desenvolver isquemia crítica dos membros, condição que pode começar como feridas abertas que não cicatrizam, lesões ou infecções nos pés, ou pernas, podendo evoluir em alguns casos para amputação do membro afetado.

Além disso, temos o risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco. Isso pode ocorrer, pois, a aterosclerose que causa os sinais e sintomas da doença arterial obstrutiva periférica, não se limita às pernas. Os depósitos de gordura também se acumulam nas artérias que fornecem sangue ao coração e ao cérebro.

A boa notícia, se você está em risco de doença arterial periférica ou foi diagnosticado com DAOP, é que a doença é facilmente diagnosticada. Além disso, você pode se tratar, seguindo as recomendações do seu médico e se esforçando para levar um estilo de vida saudável.

A melhor maneira de prevenir a doença é manter um estilo de vida saudável, o que muitas vezes significa em uma mudança total de hábito. Por exemplo: parar de fumar, ou se você tem diabetes, manter o seu nível de açúcar no sangue sob controle, exercitar-se regularmente, comer alimentos com pouca gordura saturada e garantir um peso saudável.

Antes de qualquer decisão, consulte um especialista

Visite uma especialista como a Fernanda Mescolin para entender melhor sobre seu problema e sobre as opções de tratamento. Agende uma consulta com a Doutora Fernanda que é Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular, além de ser adepta de tratamentos que possibilitam uma recuperação mais rápida ao paciente. Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


O que é a doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)?

A doença arterial periférica, também chamada de doença arterial obstrutiva periférica (DAOP), é um problema circulatório no qual artérias apresentam um estreitamento devido ao depósito de colesterol nas suas paredes, reduzindo o fluxo sanguíneo para os membros.

Geralmente os pacientes apresentam dor nas pernas ao andar, isso acontece porque as extremidades do corpo não recebem fluxo sanguíneo suficiente para acompanhar a demanda, causando sintomas aparentes.

A doença arterial periférica também pode ser um sinal de um acúmulo generalizado de depósitos de gordura nas artérias (aterosclerose). Essa condição pode reduzir o fluxo sanguíneo para o coração e cérebro, bem como para as pernas. Por isso, devemos sempre ficar atentos aos sinais e sintomas.

tar a doença arterial periférica é prudente abandonar o hábito de fumar, se você for fumante, além de exercitar-se com mais frequência e ter uma dieta saudável.

Como saber se estou com doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)

Embora alguns portadores de doença arterial obstrutiva periférica tenham sintomas leves ou até nenhum sintoma, o mais comum é que, num primeiro momento, eles sintam dor nas pernas ao caminhar.

Os sintomas que acompanham essa dor incluem: incômodos musculares ou cãibras nas pernas ou braços, provocados por atividades comuns como caminhar, mas desaparecem após alguns minutos de descanso. A localização da dor depende da localização da artéria entupida ou estreitada. A dor na panturrilha é o local mais comum.

A gravidade dos sintomas varia amplamente, desde um leve desconforto até uma dor debilitante. Em sua manifestação mais severa, pode dificultar a caminhada ou a realização de outros tipos de atividade física.

Os sinais e sintomas da doença arterial periférica incluem:

  • Dores em um ou ambos os quadris, coxas ou músculos da panturrilha após certas atividades como caminhar ou subir escadas.
  • Dormência ou fraqueza nas pernas
  • Frieza na parte inferior da perna ou pé, especialmente quando comparado com o outro lado
  • Feridas nos dedos dos pés, pés ou pernas que não cicatrizam
  • Uma mudança na cor das pernas
  • Perda de cabelo ou crescimento de cabelo mais lento em seus pés e pernas
  • Crescimento mais lento das unhas
  • Pele das pernas brilhando
  • Sem pulso ou pulso fraco nas pernas ou pés
  • Disfunção erétil em homens

Se a doença arterial periférica progredir, a dor pode até ocorrer quando a pessoa está em repouso ou deitada. Essa dor pode ser intensa o suficiente para interromper o sono. Pendurar as pernas na beira da cama pode aliviar temporariamente a dor.

Qual é o momento ideal para procurar um médico

Se você tem dor nas pernas, dormência ou outros sintomas, não os ignore. Ligue para o seu médico e marque uma consulta, sem hesitar.

Mesmo que você não tenha sintomas de doença arterial periférica, talvez seja necessário fazer uma triagem se você:

  • Tem mais de 65 anos
  • Tem mais de 50 anos e tem histórico de diabetes ou tabagismo
  • Tem menos de 50 anos, mas tem diabetes e outros fatores de risco para a doença arterial periférica, como obesidade ou hipertensão arterial

O especialista ideal para se consultar neste caso é o Angiologista. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Se você está com esses sintomas ou sinais citados acima, marque uma consulta. A doutora é conhecida por ser adepta de intervenções menos invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida para os pacientes. Venha conhecer nossa clínica, vamos analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento, pois quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Aneurisma de aorta tem cura? Entenda os tratamentos

O aumento anormal ou abaulamento da aorta, o maior vaso sanguíneo do corpo, não é uma condição incomum, como já vimos nesse artigo anteriormente, e é conhecido por aneurisma do grande vaso, ou aneurisma da aorta.

Um aneurisma ocorre quando um segmento do vaso se enfraquece e se expande. A pressão do sangue que flui através do vaso cria uma protuberância no ponto fraco, assim como um tubo interno inflado pode causar uma protuberância em um pneu.

A protuberância geralmente começa pequena e cresce à medida que a pressão continua. Aneurismas são perigosos porque podem se romper, causando sangramento interno. O abaulamento pode ocorrer em qualquer artéria do corpo, porém, é mais comum nas artérias do cérebro e na aorta abdominal.

Entenda que não é claro afirmar que o aneurisma tem cura, mas sim, que há tratamentos para diminuir a pressão sanguínea, além de cirurgias para reparar os vasos acometidos.

Saiba como identificar se você está com um aneurisma da aorta

Os aneurismas geralmente não causam nenhum sintoma até que se tornem muito grandes ou se rompam. Porém, os aneurismas na aorta abdominal são freqüentemente encontrados coincidentemente quando o indivíduo é submetido a um exame ou procedimento médico por algum outro motivo.

Dor no peito e nas costas são os dois sintomas mais comuns de aneurismas em expansão. Muitas pessoas descrevem a sensação de algo rasgando dentro no peito quando a aorta aumenta para um tamanho crítico e rompe / disseca. Além disso, temos também alguns sinais, como:

  • Aumento da produção de suor
  • Ritmo cardíaco acelerado
  • Respiração rápida
  • Tonturas (falta de ar)
  • Uma protuberância pulsante ou um pulso forte no abdome
  • Sensação de satisfação após ingestão mínima de alimentos
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Confusão
  • Fraqueza
  • Dormência ou formigamento
  • Perda de consciência (desmaio)

Fique sempre em alerta! Se uma pessoa tiver algum destes sintomas, ela pode estar em perigo e deve procurar atendimento médico de emergência imediatamente.

Mas, o que afinal causa um aneurisma da aorta?

Um aneurisma da aorta se desenvolve a partir de uma fraqueza na parede da aorta. Essa fraqueza pode estar presente no nascimento ou pode se desenvolver como resultado de doença ou lesão.

  • Aterosclerose: Uma artéria entupida ou danificada de uma condição chamada aterosclerose é a causa mais comum de aneurisma.
  • Pressão alta: A pressão alta pressiona a parede da aorta. Se persistir, esse estresse pode levar ao abaulamento da parede do vaso sanguíneo. Este é o principal fator no desenvolvimento de aneurismas.
  • Diabetes: o diabetes descontrolado danifica os vasos sanguíneos por aterosclerose prematura e acelerada, deixando-os vulneráveis ​​a uma série de condições, incluindo a formação de aneurismas.
  • Necrose medial cística: Nesta condição, a camada média da parede do vaso sanguíneo se degenera e uma camada fibrosa anormal enfraquece a estrutura de suporte da própria parede do vaso sanguíneo. Síndrome de Marfan e síndrome de Ehlers-Danlos. Também ocorre com doença valvar cardíaca e gravidez.
  • Aneurisma micótico: ocorre quando as bactérias se espalham no sistema arterial, invadem a parede do vaso sanguíneo e enfraquecem o vaso. Embora rara hoje em dia, a forma avançada da sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) eram uma causa comum dessa condição no início do século XX.
  • Aneurisma inflamatório: condições inflamatórias ou vasculites, como psoríase e artrite reumatóide, podem produzir inflamação na própria parede do vaso sanguíneo. Se a inflamação não for revertida, eventualmente ela enfraquecerá a parede da aorta.
  • Lesão: Lesão no peito ou no abdome, como em um acidente de carro ou queda grave, podem danificar uma área da aorta. Isso deixa a aorta vulnerável ao abaulamento.

Em muitos casos, a causa de um aneurisma aórtico nunca é conhecida. Mas existem fatores de risco para o aneurisma da aorta que incluem as seguintes características:

  • Idade (55 anos ou mais)
  • Sexo masculino
  • Hipertensão arterial
  • Fumar
  • Doenças hereditárias que causam o enfraquecimento dos vasos sanguíneos, com ênfase na síndrome de Marfan
  • Histórico familiar de aneurisma da aorta
  • Endurecimento das artérias (aterosclerose)

Quando procurar atendimento médico por causa de um aneurisma aórtico?

Sempre que uma pessoa sentir dor no peito ou a sensação de que algo "não está certo" no peito, ela deve consultar um profissional médico imediatamente. Peça para alguém levar a pessoa para um departamento de emergência; não a deixe tentar dirigir sozinha.

Se uma pessoa perceber uma sensação de pulso forte ou uma protuberância pulsante no abdome, também deve procurar um médico urgentemente.

Se a dor é nova, grave, assustadora ou parece estar rasgando, deve-se ir imediatamente a um departamento de emergência do hospital. Não espere; o tratamento imediato pode salvar vidas.

Com o tratamento adequado, o aneurisma de aorta pode ser vencido

As opções de tratamento dependem da saúde geral do paciente, do tamanho e localização do aneurisma e se a pessoa está com sintomas. Os riscos e benefícios da cirurgia para aneurismas da aorta abdominal são diferentes daqueles para aneurismas da aorta torácica.

O monitoramento rigoroso do tamanho do aneurisma é o tratamento adequado para a maioria das pessoas. Quando o aneurisma aumenta muito, a correção cirúrgica é o tratamento usual de escolha e a necessidade de um tratamento mais agressivo é equilibrada pelo maior risco de cirurgia mais próxima do coração.

Na maioria dos casos, um medicamento que reduz a pressão arterial e alivia o estresse na parede da artéria é administrado para reduzir o estresse na parte enfraquecida do vaso. O monitoramento contínuo da pressão arterial é igualmente necessário.

Previna o aneurisma da aorta

Nenhum remédio pode prevenir um aneurisma da aorta. No entanto, podem ser tomadas medidas que ajudam a manter os vasos sanguíneos saudáveis e fortes.

  • Tenha uma dieta baixa em gorduras e em calorias.
  • Mantenha-se ativo. Participe todos os dias de alguma atividade que aumente a freqüência cardíaca para a taxa recomendada para a idade e condição geral do paciente. Pelo menos 30 minutos por dia é o ideal.
  • Não fume
  • Controle a pressão arterial; os métodos acima podem ajudar e, se necessário, o médico pode prescrever medicação.

Alguns especialistas recomendam exames de rotina e check-ups constantes para todos os indivíduos com mais de 55 anos. Os exames corretos podem detectar muitos aneurismas aórticos que, de outra forma, não seriam reconhecidos porque não causam sintomas. O exame ultrassonográfico do abdome é mais de 80% aprimorado para o rastreamento da existência de um aneurisma da aorta abdominal.

Consultar-se com um profissional especialista é essencial para prevenir esse tipo de distúrbio. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Se você desconfia que apresenta um desses sintomas e quer entender melhor qual tratamento seria o mais indicado para o seu caso, marque uma consulta. Vamos analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento.


O que a ruptura do aneurisma da aorta pode causar? Entenda como evitar

A ruptura é a complicação mais séria e letal do aneurisma da aorta abdominal. Apesar de todas as melhorias durante os últimos 50 anos de pesquisas na área, a taxa de mortalidade devido à ruptura do aneurisma da aorta abdominal pode chegar até 90% dos casos, por isso, sem os devidos cuidados, a consequência é quase sempre fatal.

Durante os últimos vinte anos, o número de aneurismas da aorta abdominal aumentou significativamente. Uma das razões para isso é o fato de que na maioria dos países, a população geral é mais velha hoje em dia.

Outros fatores como, ser do sexo masculino e fumar também aumentaram significativamente os riscos de desenvolver aneurismas da aorta abdominal. As recomendações para ficar alerta à doença variam de caso para caso, mas no geral:

  • Se você é homem com mais de 65 anos e já fumou, é recomendável fazer exames, como a ultrassonografia abdominal, por exemplo.
  • Se você é homem entre 65 e 75 anos e nunca fumou, seu médico decidirá sobre a necessidade de uma ultrassonografia abdominal, geralmente baseada em outros fatores de risco, como a história familiar de aneurisma.
  • Não há evidências suficientes para determinar se as mulheres de 65 a 75 anos que já fumaram cigarros ou têm história familiar de aneurisma da aorta abdominal estão fora da área de risco. Pergunte ao seu angiologista se é necessário um exame de ultrassonografia baseado nos seus fatores de risco.

Para diagnosticar um aneurisma da aorta abdominal com precisão, os médicos analisarão seu histórico médico e familiar, para assim indicar exames físicos e testes especializados.

Como o rompimento é uma consequência emergencial e fatal do aneurisma da aorta abdominal, por isso a importância do diagnóstico precoce

Como tratar o aneurisma da aorta abdominal antes de ele se romper

O objetivo do tratamento - monitoramento médico ou cirurgia - é evitar que o seu aneurisma se rompa, diminuindo assim, o risco de morte. O tipo de tratamento necessário depende do tamanho do aneurisma da aorta e da rapidez com que ele está crescendo.

Monitorização médica constante

O médico poderá recomendar esta opção se o aneurisma da aorta abdominal for pequeno e a pessoa não tiver sintomas muito aparentes. Ela terá consultas regulares para verificar se o aneurisma está crescendo e realizará tratamentos para lidar com outras condições médicas como pressão alta.

É provável que o paciente precise também de exames de imagem regulares para verificar o tamanho do aneurisma. É recomendado fazer uma ultrassonografia abdominal pelo menos seis meses após o diagnóstico do aneurisma e exames periódicos de acompanhamento, como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, entre outros.

Cirurgia

O reparo é geralmente recomendado se o aneurisma for grande ou se estiver crescendo rapidamente. Além disso, o médico poderá pedir cirurgia se a pessoa tiver sintomas como dor ou sinais de eminência de rompimento.

Além disso, dependendo de vários outros fatores, incluindo localização e tamanho do aneurisma, idade e outras condições, as opções de cirurgias podem incluir:

  • Cirurgia abdominal aberta: Isso envolve remover a seção danificada da aorta e substituí-la por um tubo sintético (enxerto), que é costurado no lugar.
  • Reparo endovascular: Este procedimento menos invasivo é usado com mais frequência. Onde fazemos o implante de um enxerto sintético na aorta, que é inserido por um cateter através de uma artéria na perna. O enxerto - um tubo tecido coberto por um suporte de malha de metal - é colocado no local do aneurisma, expandido e reforçando as paredes, despressurizando o aneurisma.

As taxas de sobrevida a longo prazo são similares tanto para cirurgia endovascular quanto para cirurgia aberta. Por isso, a melhor opção poderá ser indicada por seu médico de acordo com as individualidades de cada paciente.

Estilo de vida e recomendações

Para um aneurisma da aorta abdominal, os especialistas sugerem que o paciente evite exercícios pesados e atividade física vigorosa para não aumentar excessivamente a pressão arterial, o que pode colocar mais pressão sobre o aneurisma.

Cuidado com o estresse excessivo, ele pode elevar sua pressão arterial. Por isso, tente evitar conflitos e situações estressantes. Se você estiver passando por um período particularmente delicado em sua vida, informe o seu médico, pois seus medicamentos talvez precisem ser ajustados para evitar que seus níveis de pressão arterial subam demais.

Para evitar que o seu problema chegue a essas consequências, visite regularmente uma angiologista como a Dra. Fernanda Mescolin para entender melhor sobre o aneurisma de aorta e sobre as opções de tratamento.

Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


Conheça os perigos do aneurisma de aorta e saiba como evitá-lo!

Um aneurisma da aorta é uma dilatação ou alargamento da aorta, principal artéria que sai do coração para fornecer sangue ao corpo. A doença é caracterizada por se desenvolver em qualquer lugar ao longo do comprimento da aorta, mas a maioria dos aneurismas está localizada na parte abdominal, abaixo do nível das artérias renais (os vasos que fornecem sangue para os rins).

Quais são os sintomas e o que causa um aneurisma da aorta abdominal?

A maioria dos aneurismas da aorta abdominal não apresenta sintomas (são assintomáticos) e é descoberta acidentalmente, quando um exame de imagem do abdome (tomografia computadorizada ou ultrassonografia) é realizado. Eles também podem ser detectados pelo exame físico, quando o profissional angiologista sente o abdômen e ouve um sopro, o som produzido pelo fluxo sangüíneo turbulento.

A dor é o sintoma mais comum quando o aneurisma se expande ou se rompe. Muitas vezes, começa no abdômen central e irradia para as costas ou pelos flancos. Outros sintomas podem ocorrer dependendo de onde o aneurisma está localizado na aorta e se as estruturas próximas são afetadas.

Apesar de serem assintomáticos ou produzirem sintomas mínimos por anos, os aneurismas podem crescer rapidamente e podendo causar um início súbito de dor abdominal e dor nas costas grave e constante.

O rompimento de um aneurisma da aorta abdominal pode ser catastrófico, até mesmo letal, e está associado à distensão abdominal, massa abdominal pulsátil e choque devido à perda maciça de sangue.

A causa mais comum de aneurismas da aorta é o "endurecimento das artérias", chamado de arteriosclerose, a doença causa fraqueza na parede da aorta.

A parede da aorta tem três camadas: a túnica adventícia, a túnica média e a túnica íntima. As camadas adicionam força à aorta e elasticidade para tolerar mudanças na pressão arterial. A pressão arterial aumentada cronicamente faz com que a camada de média se enfraqueça podendo levar à dilatação contínua e lenta da aorta.

Fumar é uma das principais fatores de risco para o surgimento do aneurisma da aorta. Estudos mostraram que a incidência de aneurisma da aorta aumenta na mesma proporção em que as taxas de tabagismo da população sobem.

Entenda outras causas do aneurismas da aorta:

  • Genética / hereditária: O risco de desenvolver um aneurisma aumenta se houver um histórico familiar de parentes de primeiro grau com a doença. Não se engane! O aneurisma pode aparecer também em pessoas mais jovens.
  • Doença genética: A síndrome de Ehlers-Danlos e a síndrome de Marfan são duas doenças do tecido conectivo que estão associadas ao desenvolvimento do aneurisma da aorta. Anormalidades do tecido conjuntivo nas camadas da parede aórtica podem contribuir para a fraqueza e formação de aneurisma na aorta.
  • Pós-trauma: O trauma pode ferir a parede da aorta e causar danos imediatos ou pode enfraquecer uma área onde um aneurisma se formará ao longo do tempo.
  • Arterite: A inflamação dos vasos sanguíneos, como ocorre na arterite de Takayasu, pode contribuir para o aparecimento de um aneurisma.
  • Infecção micótica (fúngica): Uma infecção micótica ou fúngica também pode aumentar o risco e está associada à imunodeficiência, abuso de drogas intravenosas, sífilis e cirurgia valvar cardíaca.

Qual é o tratamento para aneurismas da aorta abdominal?

O Aneurisma da aorta abdominal vai se expandindo gradualmente com o tempo. Quanto maior o aneurisma, maior os fatores de risco de ruptura, que inclusive podem levar à morte. Pequenos aneurismas podem ser observados e acompanhados com repetidas ultrassonografias ou outras imagens.

Uma vez que um aneurisma é detectado, devemos tentar impedir que ele aumente de tamanho. É possível reduzir os riscos ao longo da vida. Para isso, é imprescindível incluir os seguintes hábitos no dia a dia:

  • Deixar de fumar.
  • Controlar a pressão alta.
  • Controlar o colesterol no sangue.
  • Manter a diabetes sob controle.
  • Monitorar a rotina e o tamanho do aneurisma.
  • Realizar exames de rotina com constância.

Cada paciente é diferente do outro e a decisão de reparar um aneurisma da aorta abdominal depende do tamanho do aneurisma, da idade do paciente, das condições médicas subjacentes e da expectativa de vida.

Visite uma especialista como a Fernanda Mescolin para entender melhor sobre o distúrbio e sobre as opções de tratamento. Agende uma consulta para entender mais sobre o seu problema e resolvê-lo de uma vez por todas. A Doutora Fernanda é Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular e adepta de tratamentos que possibilitam uma recuperação mais rápida ao paciente. Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


O que é aneurisma de aorta? Conheça os sintomas e prevenções

A aorta é o principal vaso sanguíneo que leva o sangue para o corpo. Um aneurisma da aorta torácica, que também pode ser chamado de aneurisma torácico, pode levar a uma ruptura na parede da artéria (dissecção) que pode causar sangramento, inclusive com risco de morte.

Dependendo da causa, tamanho e taxa de crescimento de um aneurisma da aorta torácica, o tratamento pode variar e até pode surgir a necessidade de uma cirurgia de emergência. Porém, idealmente, a cirurgia para um aneurisma da aorta torácica deve ser planejada com antecipação pelo profissional da área (cirurgião vascular).

Por isso mesmo, é imprescindível que o alargamento da artéria seja detectado com antecedência. Nossa dica para que você  esteja sempre ciente de sua condição é fazer um check-up vascular, para analisar a situação da sua saúde vascular.

Confira os principais sintomas e fique sempre atento aos sinais!

Aneurismas da aorta torácica geralmente crescem lentamente e sem sintomas, dificultando sua detecção. Alguns aneurismas nunca se rompem. Muitos começam pequenos e permanecem assim, embora muitos aumentem com o tempo. É difícil prever a rapidez com que um aneurisma aórtico pode crescer.

À medida que um aneurisma da aorta torácica cresce, algumas pessoas podem notar:

  • Dor no peito
  • Dor nas costas
  • Rouquidão
  • Tosse
  • Falta de ar

Aneurismas da aorta podem se desenvolver em qualquer lugar ao longo da aorta, que vai do coração até o abdômen. Quando ocorrem no tórax, são chamados de aneurismas da aorta torácica, podendo ocorrer na aorta ascendente, perto do coração, ou no arco aórtico, e até na parte inferior da aorta torácica.

Quando devo ver um médico?

A maioria das pessoas com aneurisma da aorta não apresenta sintomas a menos que ocorra uma dissecção ou ruptura. Ruptura ou dissecção constituem uma emergência médica. Caso apresente um dos seguintes sintomas procure assistência médica imediata em um pronto-socorro:

  • Dor súbita e aguda na parte superior das costas que irradia para baixo
  • Dor no peito, mandíbula, pescoço ou braços
  • Dificuldade ao respirar

Se você tem um histórico familiar de aneurisma da aorta, síndrome de Marfan ou outra doença do tecido conjuntivo, ou válvula aórtica bicúspide, seu médico pode recomendar exames regulares de ultrassonografia ou radiologia, como tomografia computadorizada (TC) ou exames de ressonância magnética (RM) para descartar a existência de aneurisma da aorta.

Procure um profissional e faça sempre um check-up

A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Se você desconfia que tem ou apresenta um desses sintomas, marque uma consulta.

É conhecida por ser adepta de intervenções minimamente invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida.

Vamos analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento, pois quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Quais são as consequências da trombose sem um tratamento adequado?

Como já vimos em artigos anteriores, a trombose venosa profunda ocorre quando um coágulo sanguíneo (trombo) se forma em uma ou mais veias profundas do corpo, geralmente nas pernas.

A trombose pode se desenvolver sob certas condições médicas que afetam a coagulação do sangue ou quando a pessoa fica na mesma posição durante um certo tempo, como após uma cirurgia, um acidente, ou se estiver de cama.

Além disso, a doença pode evoluir para um quadro muito grave porque coágulos sanguíneos nas veias podem se soltar, viajar pela corrente sanguínea e se alojar nos pulmões, bloqueando o fluxo sanguíneo e causando o que conhecemos por embolia pulmonar.

Porém, a embolia pulmonar é apenas uma das complicações que a trombose pode causar. Vamos entender quais são as principais consequências de NÃO TRATAR adequadamente uma trombose.

Embolia pulmonar

A embolia pulmonar ocorre quando um coágulo sanguíneo (trombo) vindo de outra parte do corpo, (geralmente a perna) bloqueia um vaso sanguíneo no pulmão.

A embolia pulmonar pode ser fatal e por isso é importante observar os sinais e sintomas da doença e, caso eles ocorram, procurar atendimento médico imediatamente. Os sinais e sintomas de embolia pulmonar incluem:

  • Falta de ar súbita
  • Dor no peito ou desconforto que piora quando você respira fundo ou quando tosse
  • Sensação de tonteira ou até desmaio
  • Pulso rápido

Síndrome pós trombótica

Uma das complicações mais comuns após a ocorrência da trombose venosa profunda é a chamada síndrome pós-trombótica. Trata-se de danos nas veias causadas pelos coágulos que atrapalham o fluxo sanguíneo nas áreas afetadas, o que pode causar:

  • Inchaço persistente nas pernas (edema)
  • Dores nas pernas
  • Manchas na pele
  • Feridas na pele

Prevenção e cuidados

É importante lembrar que a melhor prevenção é consultar-se com um profissional da área que indicará o melhor tratamento e medidas para prevenir a trombose venosa profunda, mas vale a pena lembrar de alguns cuidados também:

  • Evite ficar parado: Se você fez uma cirurgia ou esteve em repouso por outras razões, tente se mexer o quanto antes (caso seja autorizado pelo seu médico). Se você estiver viajando uma longa distância de carro, pare a cada hora e estique as pernas. Se você estiver em um avião, fique de pé ou ande de vez em quando. Se você não puder fazer isso, exercite as pernas. Tente levantar e abaixar os calcanhares enquanto mantém os dedos dos pés no chão e, em seguida, levante os dedos dos pés com os calcanhares no chão.
  • Faça mudanças no estilo de vida como perder peso e parar de fumar
  • Faça exercícios: O exercício regular reduz o risco de formação de coágulos sanguíneos, o que é especialmente importante para as pessoas que ficam sentadas durante muito tempo ou que viajam com frequência.

Agende uma consulta

A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista, especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Ela é conhecida por ser adepta a intervenções minimamente invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida e menos desagradável ao paciente, além de estar na vanguarda dos métodos e tratamentos avançados para as doenças vasculares.

Agende uma consulta e venha conhecer nossos tratamentos. Quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Trombose: conheça as principais causas e riscos

Diferentemente do que muitos pensam, a trombose não acomete apenas mulheres. Homens também podem ser vítimas. Mas, por estarem mais expostas a fatores de risco, como o uso de anticoncepcionais e gravidez, a incidência da trombose em mulheres entre 20 e 40 anos é maior do que em indivíduos do sexo masculino.  Mas, mesmo sendo algo tão comum, boa parte da população ainda tem dúvidas. O que é trombose? Quais são seus riscos? Existe tratamento? Se você precisa de mais informações sobre esta doença, veio ao lugar certo.

O que é trombose?

Imagine uma grande cidade com todas aquelas ruas e avenidas.  Agora imagine que um carro pare no meio de uma das avenidas mais movimentadas desta cidade. Logo, um congestionamento é formado, paralisando o fluxo de veículos e deixando tudo mais lento.

Pode acontecer a mesma coisa com seu corpo e suas veias. Às vezes, o fluxo de sangue está tão lento que acaba coagulando dentro de uma delas. Com o tempo, um trombo maior pode se formar, entupindo a circulação e atrapalhando o fluxo do sangue no corpo.

Conhecida como trombose venosa profunda, ocorre na maioria das casos nas veias das pernas, constituindo o tipo mais comum de trombose.

Quais os riscos da trombose?

O maior problema relacionado à trombose é a chamada embolia.  A embolia ocorre quando um coágulo se desprende da veia e vai para o pulmão, ocasionando a Embolia Pulmonar .

Embora muitas pessoas não saibam e não seja muito divulgado, a embolia de pulmão é uma das principais causas de morte no mundo. Identificar o problema o quanto antes é imprescindível para dar início ao tratamento e evitar maiores transtornos.

Quais os sintomas da trombose?

É comum que a doença não apresente nenhum ou poucos sinais. Mesmo assim, é preciso ficar atento aos sintomas, pois eles podem ajudar a detectar doença no estágio inicial, ajudando assim no diagnóstico e no tratamento. São eles:

  • Dor nas pernas
  • Inchaço
  • Alteração na cor da perna, que pode ficar vermelha ou até mesmo azulada nos estágios mais avançados
  • Sensação de queimação no local em que a veia está obstruída

Assim que os primeiros sintomas forem notados, é recomendado que o paciente visite um profissional especializado, ou seja, um angiologista/cirurgião vascular. Quanto antes começar o tratamento, menores os riscos e maiores as chances de cura.

Varizes têm relação com a trombose?

A sabedoria popular relaciona a trombose às varizes. Em alguns casos, isto até pode ser verdade, mas nem sempre. Varizes são dilatações das veias, elas facilitam o surgimento da trombose, pois na região destas dilatações, o sangue circula de forma mais lenta. Não é preciso se apavorar ao notar que sua perna está apresentando estes sinais, mas, neste caso, é bom procurar um profissional.

A trombose prejudica apenas as pernas?

A trombose venosa profunda ocorre mais comumente nas veias das pernas, há casos em que a trombose afeta outras partes do corpo, como por exemplo, a trombose renal (a veia responsável pelo transporte de sangue para fora dos rins é bloqueada por um trombo), trombose da veia mesentérica, trombose nas veias do braço.

Além desses, há vários outros tipos de tromboses que podem se manifestar em outras partes do organismo. A melhor recomendação é prestar atenção ao próprio corpo, em dores que surgem repentinamente e que vão ficando gradualmente mais fortes.

Quais são os tratamentos da trombose?

Os tratamentos dependem do estágio da doença. O principal tratamento é administração de  medicamentos para afinar o sangue, os anticoagulantes, esses impedem a formação de novos trombos. Existe também a possibilidade da implantação de uma espécie de filtro para impedir que o coágulo se desloque para outras partes do corpo, em casos selecionados.

Os cuidados clínicos como a mudança do estilo de vida são fundamentais. Por exemplo, é aconselhável que o paciente pare de fumar, evite exageros ao consumir bebidas alcoólicas, faça exercícios físicos com mais frequência e use meias elásticas. Estas recomendações servem tanto para quem já teve trombose quanto para quem quer evitá-la.

Se você suspeita que esteja com trombose, a melhor forma de sanar essa dúvida é se consultando com um especialista. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas e de saúde de Juiz de Fora, especialista em cirurgia vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Sua prioridade são os tratamentos minimamente intrusivos e que proporcionam ao paciente uma recuperação rápida. Clique aqui e entre em contato com ela agora mesmo.


Trombose: prevenção e tratamentos

A trombose venosa ocorre quando um coágulo se forma nas veias, o que acontece com mais frequência nos membros inferiores (pernas e coxas). O coágulo bloqueia a passagem de sangue e causa um inchaço, seguido de dores, na região.

Um dos maiores riscos da trombose é que este coágulo se desprenda e passe a se movimentar na corrente sanguínea, iniciando um processo conhecido por embolia, podendo ficar preso nos pulmões (a embolia pulmonar), resultando em consequências graves à saúde.

Fique atento aos possíveis sinais e/ou sintomas:

  • Dor constante;
  • Calor na região afetada;
  • Vermelhidão na região das pernas;
  • Rigidez da musculatura;
  • Inchaço

Como eu posso me prevenir da trombose?

Sabemos que existem fatores que contribuem para o surgimento da trombose, mas que estão fora de nosso controle ou são consequência de ações necessárias. Tais como:

  • Imobilização - por consequência de alguma doença ou cirurgia, especialmente ortopédica.
  • Idade avançada.
  • Câncer.
  • Aumento dos níveis de estrogênio - devido ao uso de anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal.

Porém, existem muitas outras medidas que podemos tomar para evitar ou prevenir a trombose, como:

  • Evitar ficar parado. Pessoas que acabaram de fazer cirurgia, às vezes, necessitam ficar paradas por um determinado tempo. Porém, sempre que possível, movimente as pernas, faça algum exercício, por mais que seja um movimento mínimo. Outra dica importante: Se você estiver viajando uma longa distância de carro, pare a cada hora e dê uma volta.
  • Dentro do avião, fique de pé ou ande vez ou outra. Se não for possível ficar de pé, tente exercitar as pernas. Levante e abaixe os calcanhares, mantendo os dedos dos pés no chão e, em seguida, levante os dedos dos pés com os calcanhares no chão.
  • Mudar o estilo de vida. Perder peso, parar de fumar e se alimentar corretamente pode ajudar não somente a evitar a trombose, mas ajudar na saúde geral.
  • Exercício. Exercícios regulares reduzem o risco de criação de coágulos sanguíneos. Essa é uma dica importante para as pessoas que trabalham sentadas ou viajam com muita

frequência.

Qual é o tratamento adequado para a trombose?

Existem medicamentos anticoagulantes (agentes de prevenção da coagulação) que bloqueiam a formação de novos coágulos. Além disso, com o tempo, os processos naturais do corpo começarão a dissolver os coágulos que já se formaram.

Porém, para que seu tratamento seja de fato eficaz, é necessário um acompanhamento profissional. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, conhecida por ser adepta de intervenções minimamente invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida e menos incisiva.

Agende uma consulta e vamos analisar o seu caso para indicar o melhor tratamento, pois quando o assunto é saúde, você merece o melhor.