Você já me acompanha nas redes sociais?

Bem, se você chegou até aqui, é porque de alguma forma se interessa pelo meu trabalho. Pensando em me aproximar de pessoas como você e compartilhar informações que transformem suas vidas, tenho dedicado mais tempo e atenção às minhas redes sociais.
No meu perfil do Instagram (@drafernandamescolin), abordo diversos temas ligados ao tratamento de varizes, principalmente comentando sobre as novas tecnologias que permitem correções sem cortes e sem a necessidade de internação. Por falar nesse assunto, sabia que isso já é uma realidade?

Tratamento indolor e sem necessidade de internação

As pacientes que sofrem com varizes sonham em se livrar o quanto antes desse incômodo. No entanto, muitas sentem medo dos procedimentos invasivos que foram amplamente realizados no passado.
Hoje em dia a realidade é outra. A medicina evoluiu e graças à tecnologia é possível um tratamento eficiente, sem cortes, sem anestesias e sem internação. Já imaginou que maravilha?
No meu consultório, trabalho com diferentes opções de tratamentos, com o máximo de segurança e com o conforto que meus pacientes merecem. Após uma consulta minuciosa, onde são avaliados sintomas e resultados de exames, elaboramos o melhor plano de tratamento.
Aqui no meu site e nas redes sociais você encontrará informações sobre as técnicas que utilizo para os tratamentos. A mais conhecida e procurada é a CLACS, com escleroterapia e laser transdérmico sob o esfriamento da pele, que proporciona um efeito eficaz e menos agressivo. Os resultados deste procedimento são excelentes e duradouros, proporcionando mais qualidade de vida e autoestima aos pacientes.


Existe relação entre a Hipertensão e a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP)?

Na verdade, a hipertensão é um dos principais fatores de risco para distúrbios vasculares, incluindo a doença arterial obstrutiva periférica. Dos hipertensos, cerca de 2 a 5% apresentam dores causadas por fluxo de sangue intermitente, que ocasiona um dos principais sintomas da DAOP e de doenças como:

  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Ataque cardíaco;
  • Insuficiência cardíaca

Fique atento, pois os pacientes que sofrem de hipertensão e da doença arterial obstrutiva periférica têm um risco ainda muito maior de sofrerem infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Não há consenso sobre o tratamento específico da hipertensão, pois os estudos controlados sobre terapia anti-hipertensiva em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica, especificamente, são limitados.

Por isso, os especialistas debatem a necessidade óbvia de mais estudos nesta área, especialmente porque as duas condições são encontradas juntas com frequência. No entanto, como o risco é alto em todos os pacientes com DAOP, o objetivo mais importante continua sendo diminuir o risco cardiovascular de uma forma geral, em vez de se concentrar apenas no controle da pressão arterial e na redução dos sintomas da DAOP.

O que fazer para evitar a hipertensão e a Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP)?

Especialistas do mundo todo recomendam que todas as pessoas, incluindo aquelas com hipertensão, realizem pelo menos 150 minutos de exercícios em intensidade moderada, ou até 75 minutos por semana de exercícios de alta intensidade.

Outro problema que devemos evitar ou aprender a lidar, é o estresse. O controle da  frustração, impaciência, inquietação e irritação pode ser benéfico para a pressão arterial. Meditação, banhos quentes, ioga e simplesmente longas caminhadas são técnicas de relaxamento que podem ajudar a aliviar o estresse.

Além disso, é recomendável que se evite o consumo de álcool, drogas recreativas, tabaco e junk food, pois podem contribuir para o aumento da pressão arterial e para as complicações da hipertensão.

Outro vício que devemos evitar é o cigarro. Parar de fumar, além de reduzir o risco de hipertensão, pode evitar problemas cardíacos graves e outros problemas de saúde.

Procure um especialista para tratar do problema. Não deixe que ele evolua

A hipertensão e a doença arterial obstrutiva periférica podem ocorrer juntas e é até comum em alguns casos. Os dois distúrbios também parecem compartilhar alguns fatores de risco e causas.

Os devidos ajustes no estilo de vida podem ajudar a controlar a pressão sanguínea e os outros fatores de risco, mas o paciente necessita de um diagnóstico completo, com exames e um plano de tratamento completo, para a vida toda.

A doutora Fernanda Mescolin é a angiologista que vai te ajudar a preparar um plano de tratamento individual, pois ela é especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Além disso, ela é adepta de tratamentos que possibilitam uma recuperação mais rápida ao paciente. Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


Entenda os principais fatores de risco e os sintomas da doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)

A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) consiste no estreitamento das artérias periféricas, esse distúrbio afeta mais comumente as artérias nas pernas.

As cãibras são uns dos sintomas mais comuns envolvendo a doença que também pode ser responsável por dor ou cansaço nos músculos da perna, ou do quadril ao caminhar, ou subir escadas. Normalmente, essa dor desaparece com o repouso e retorna quando a pessoa volta a caminhar.

Esteja ciente de que:

  • Muitas pessoas confundem os sintomas da DAOP com outra coisa.
  • Pessoas com doença arterial periférica têm maior risco de doença arterial coronariana, ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral.
  • Se não for tratada, a doença pode levar à gangrena e até à amputação.

Quais são os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença?

Muitos fatores podem aumentar suas chances de apresentar a doença arterial periférica. Alguns desses fatores você pode até evitar, mas outros são condições genéticas ou que chegam com a idade. Confira os principais:

  • Ser fumante.
  • Ter diabetes.
  • Ser obeso (um índice de massa corporal superior a 30).
  • Ter pressão alta.
  • Ter colesterol alto.
  • Ter idade avançada (especialmente após os 50 anos de idade).
  • Histórico familiar de doença arterial periférica, doença cardíaca ou acidente vascular cerebral.
  • Altos níveis de homocisteína, um componente proteico que ajuda a construir e manter o tecido

Se a sua doença arterial obstrutiva periférica é causada por um acúmulo de placas nos vasos sanguíneos (aterosclerose), você também corre o risco de desenvolver isquemia crítica dos membros, condição que pode começar como feridas abertas que não cicatrizam, lesões ou infecções nos pés, ou pernas, podendo evoluir em alguns casos para amputação do membro afetado.

Além disso, temos o risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco. Isso pode ocorrer, pois, a aterosclerose que causa os sinais e sintomas da doença arterial obstrutiva periférica, não se limita às pernas. Os depósitos de gordura também se acumulam nas artérias que fornecem sangue ao coração e ao cérebro.

A boa notícia, se você está em risco de doença arterial periférica ou foi diagnosticado com DAOP, é que a doença é facilmente diagnosticada. Além disso, você pode se tratar, seguindo as recomendações do seu médico e se esforçando para levar um estilo de vida saudável.

A melhor maneira de prevenir a doença é manter um estilo de vida saudável, o que muitas vezes significa em uma mudança total de hábito. Por exemplo: parar de fumar, ou se você tem diabetes, manter o seu nível de açúcar no sangue sob controle, exercitar-se regularmente, comer alimentos com pouca gordura saturada e garantir um peso saudável.

Antes de qualquer decisão, consulte um especialista

Visite uma especialista como a Fernanda Mescolin para entender melhor sobre seu problema e sobre as opções de tratamento. Agende uma consulta com a Doutora Fernanda que é Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular, além de ser adepta de tratamentos que possibilitam uma recuperação mais rápida ao paciente. Agende uma consulta pelo Whatsapp. Sua saúde é nossa prioridade!


O que é a doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)?

A doença arterial periférica, também chamada de doença arterial obstrutiva periférica (DAOP), é um problema circulatório no qual artérias apresentam um estreitamento devido ao depósito de colesterol nas suas paredes, reduzindo o fluxo sanguíneo para os membros.

Geralmente os pacientes apresentam dor nas pernas ao andar, isso acontece porque as extremidades do corpo não recebem fluxo sanguíneo suficiente para acompanhar a demanda, causando sintomas aparentes.

A doença arterial periférica também pode ser um sinal de um acúmulo generalizado de depósitos de gordura nas artérias (aterosclerose). Essa condição pode reduzir o fluxo sanguíneo para o coração e cérebro, bem como para as pernas. Por isso, devemos sempre ficar atentos aos sinais e sintomas.

tar a doença arterial periférica é prudente abandonar o hábito de fumar, se você for fumante, além de exercitar-se com mais frequência e ter uma dieta saudável.

Como saber se estou com doença arterial obstrutiva periférica (DAOP)

Embora alguns portadores de doença arterial obstrutiva periférica tenham sintomas leves ou até nenhum sintoma, o mais comum é que, num primeiro momento, eles sintam dor nas pernas ao caminhar.

Os sintomas que acompanham essa dor incluem: incômodos musculares ou cãibras nas pernas ou braços, provocados por atividades comuns como caminhar, mas desaparecem após alguns minutos de descanso. A localização da dor depende da localização da artéria entupida ou estreitada. A dor na panturrilha é o local mais comum.

A gravidade dos sintomas varia amplamente, desde um leve desconforto até uma dor debilitante. Em sua manifestação mais severa, pode dificultar a caminhada ou a realização de outros tipos de atividade física.

Os sinais e sintomas da doença arterial periférica incluem:

  • Dores em um ou ambos os quadris, coxas ou músculos da panturrilha após certas atividades como caminhar ou subir escadas.
  • Dormência ou fraqueza nas pernas
  • Frieza na parte inferior da perna ou pé, especialmente quando comparado com o outro lado
  • Feridas nos dedos dos pés, pés ou pernas que não cicatrizam
  • Uma mudança na cor das pernas
  • Perda de cabelo ou crescimento de cabelo mais lento em seus pés e pernas
  • Crescimento mais lento das unhas
  • Pele das pernas brilhando
  • Sem pulso ou pulso fraco nas pernas ou pés
  • Disfunção erétil em homens

Se a doença arterial periférica progredir, a dor pode até ocorrer quando a pessoa está em repouso ou deitada. Essa dor pode ser intensa o suficiente para interromper o sono. Pendurar as pernas na beira da cama pode aliviar temporariamente a dor.

Qual é o momento ideal para procurar um médico

Se você tem dor nas pernas, dormência ou outros sintomas, não os ignore. Ligue para o seu médico e marque uma consulta, sem hesitar.

Mesmo que você não tenha sintomas de doença arterial periférica, talvez seja necessário fazer uma triagem se você:

  • Tem mais de 65 anos
  • Tem mais de 50 anos e tem histórico de diabetes ou tabagismo
  • Tem menos de 50 anos, mas tem diabetes e outros fatores de risco para a doença arterial periférica, como obesidade ou hipertensão arterial

O especialista ideal para se consultar neste caso é o Angiologista. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Se você está com esses sintomas ou sinais citados acima, marque uma consulta. A doutora é conhecida por ser adepta de intervenções menos invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida para os pacientes. Venha conhecer nossa clínica, vamos analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento, pois quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Aneurisma de aorta tem cura? Entenda os tratamentos

O aumento anormal ou abaulamento da aorta, o maior vaso sanguíneo do corpo, não é uma condição incomum, como já vimos nesse artigo anteriormente, e é conhecido por aneurisma do grande vaso, ou aneurisma da aorta.

Um aneurisma ocorre quando um segmento do vaso se enfraquece e se expande. A pressão do sangue que flui através do vaso cria uma protuberância no ponto fraco, assim como um tubo interno inflado pode causar uma protuberância em um pneu.

A protuberância geralmente começa pequena e cresce à medida que a pressão continua. Aneurismas são perigosos porque podem se romper, causando sangramento interno. O abaulamento pode ocorrer em qualquer artéria do corpo, porém, é mais comum nas artérias do cérebro e na aorta abdominal.

Entenda que não é claro afirmar que o aneurisma tem cura, mas sim, que há tratamentos para diminuir a pressão sanguínea, além de cirurgias para reparar os vasos acometidos.

Saiba como identificar se você está com um aneurisma da aorta

Os aneurismas geralmente não causam nenhum sintoma até que se tornem muito grandes ou se rompam. Porém, os aneurismas na aorta abdominal são freqüentemente encontrados coincidentemente quando o indivíduo é submetido a um exame ou procedimento médico por algum outro motivo.

Dor no peito e nas costas são os dois sintomas mais comuns de aneurismas em expansão. Muitas pessoas descrevem a sensação de algo rasgando dentro no peito quando a aorta aumenta para um tamanho crítico e rompe / disseca. Além disso, temos também alguns sinais, como:

  • Aumento da produção de suor
  • Ritmo cardíaco acelerado
  • Respiração rápida
  • Tonturas (falta de ar)
  • Uma protuberância pulsante ou um pulso forte no abdome
  • Sensação de satisfação após ingestão mínima de alimentos
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Confusão
  • Fraqueza
  • Dormência ou formigamento
  • Perda de consciência (desmaio)

Fique sempre em alerta! Se uma pessoa tiver algum destes sintomas, ela pode estar em perigo e deve procurar atendimento médico de emergência imediatamente.

Mas, o que afinal causa um aneurisma da aorta?

Um aneurisma da aorta se desenvolve a partir de uma fraqueza na parede da aorta. Essa fraqueza pode estar presente no nascimento ou pode se desenvolver como resultado de doença ou lesão.

  • Aterosclerose: Uma artéria entupida ou danificada de uma condição chamada aterosclerose é a causa mais comum de aneurisma.
  • Pressão alta: A pressão alta pressiona a parede da aorta. Se persistir, esse estresse pode levar ao abaulamento da parede do vaso sanguíneo. Este é o principal fator no desenvolvimento de aneurismas.
  • Diabetes: o diabetes descontrolado danifica os vasos sanguíneos por aterosclerose prematura e acelerada, deixando-os vulneráveis ​​a uma série de condições, incluindo a formação de aneurismas.
  • Necrose medial cística: Nesta condição, a camada média da parede do vaso sanguíneo se degenera e uma camada fibrosa anormal enfraquece a estrutura de suporte da própria parede do vaso sanguíneo. Síndrome de Marfan e síndrome de Ehlers-Danlos. Também ocorre com doença valvar cardíaca e gravidez.
  • Aneurisma micótico: ocorre quando as bactérias se espalham no sistema arterial, invadem a parede do vaso sanguíneo e enfraquecem o vaso. Embora rara hoje em dia, a forma avançada da sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) eram uma causa comum dessa condição no início do século XX.
  • Aneurisma inflamatório: condições inflamatórias ou vasculites, como psoríase e artrite reumatóide, podem produzir inflamação na própria parede do vaso sanguíneo. Se a inflamação não for revertida, eventualmente ela enfraquecerá a parede da aorta.
  • Lesão: Lesão no peito ou no abdome, como em um acidente de carro ou queda grave, podem danificar uma área da aorta. Isso deixa a aorta vulnerável ao abaulamento.

Em muitos casos, a causa de um aneurisma aórtico nunca é conhecida. Mas existem fatores de risco para o aneurisma da aorta que incluem as seguintes características:

  • Idade (55 anos ou mais)
  • Sexo masculino
  • Hipertensão arterial
  • Fumar
  • Doenças hereditárias que causam o enfraquecimento dos vasos sanguíneos, com ênfase na síndrome de Marfan
  • Histórico familiar de aneurisma da aorta
  • Endurecimento das artérias (aterosclerose)

Quando procurar atendimento médico por causa de um aneurisma aórtico?

Sempre que uma pessoa sentir dor no peito ou a sensação de que algo "não está certo" no peito, ela deve consultar um profissional médico imediatamente. Peça para alguém levar a pessoa para um departamento de emergência; não a deixe tentar dirigir sozinha.

Se uma pessoa perceber uma sensação de pulso forte ou uma protuberância pulsante no abdome, também deve procurar um médico urgentemente.

Se a dor é nova, grave, assustadora ou parece estar rasgando, deve-se ir imediatamente a um departamento de emergência do hospital. Não espere; o tratamento imediato pode salvar vidas.

Com o tratamento adequado, o aneurisma de aorta pode ser vencido

As opções de tratamento dependem da saúde geral do paciente, do tamanho e localização do aneurisma e se a pessoa está com sintomas. Os riscos e benefícios da cirurgia para aneurismas da aorta abdominal são diferentes daqueles para aneurismas da aorta torácica.

O monitoramento rigoroso do tamanho do aneurisma é o tratamento adequado para a maioria das pessoas. Quando o aneurisma aumenta muito, a correção cirúrgica é o tratamento usual de escolha e a necessidade de um tratamento mais agressivo é equilibrada pelo maior risco de cirurgia mais próxima do coração.

Na maioria dos casos, um medicamento que reduz a pressão arterial e alivia o estresse na parede da artéria é administrado para reduzir o estresse na parte enfraquecida do vaso. O monitoramento contínuo da pressão arterial é igualmente necessário.

Previna o aneurisma da aorta

Nenhum remédio pode prevenir um aneurisma da aorta. No entanto, podem ser tomadas medidas que ajudam a manter os vasos sanguíneos saudáveis e fortes.

  • Tenha uma dieta baixa em gorduras e em calorias.
  • Mantenha-se ativo. Participe todos os dias de alguma atividade que aumente a freqüência cardíaca para a taxa recomendada para a idade e condição geral do paciente. Pelo menos 30 minutos por dia é o ideal.
  • Não fume
  • Controle a pressão arterial; os métodos acima podem ajudar e, se necessário, o médico pode prescrever medicação.

Alguns especialistas recomendam exames de rotina e check-ups constantes para todos os indivíduos com mais de 55 anos. Os exames corretos podem detectar muitos aneurismas aórticos que, de outra forma, não seriam reconhecidos porque não causam sintomas. O exame ultrassonográfico do abdome é mais de 80% aprimorado para o rastreamento da existência de um aneurisma da aorta abdominal.

Consultar-se com um profissional especialista é essencial para prevenir esse tipo de distúrbio. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Se você desconfia que apresenta um desses sintomas e quer entender melhor qual tratamento seria o mais indicado para o seu caso, marque uma consulta. Vamos analisar o seu caso e indicar o melhor tratamento.


O que a ruptura do aneurisma da aorta pode causar? Entenda como evitar

A ruptura é a complicação mais séria e letal do aneurisma da aorta abdominal. Apesar de todas as melhorias durante os últimos 50 anos de pesquisas na área, a taxa de mortalidade devido à ruptura do aneurisma da aorta abdominal pode chegar até 90% dos casos, por isso, sem os devidos cuidados, a consequência é quase sempre fatal.

Durante os últimos vinte anos, o número de aneurismas da aorta abdominal aumentou significativamente. Uma das razões para isso é o fato de que na maioria dos países, a população geral é mais velha hoje em dia.

Outros fatores como, ser do sexo masculino e fumar também aumentaram significativamente os riscos de desenvolver aneurismas da aorta abdominal. As recomendações para ficar alerta à doença variam de caso para caso, mas no geral:

  • Se você é homem com mais de 65 anos e já fumou, é recomendável fazer exames, como a ultrassonografia abdominal, por exemplo.
  • Se você é homem entre 65 e 75 anos e nunca fumou, seu médico decidirá sobre a necessidade de uma ultrassonografia abdominal, geralmente baseada em outros fatores de risco, como a história familiar de aneurisma.
  • Não há evidências suficientes para determinar se as mulheres de 65 a 75 anos que já fumaram cigarros ou têm história familiar de aneurisma da aorta abdominal estão fora da área de risco. Pergunte ao seu angiologista se é necessário um exame de ultrassonografia baseado nos seus fatores de risco.

Para diagnosticar um aneurisma da aorta abdominal com precisão, os médicos analisarão seu histórico médico e familiar, para assim indicar exames físicos e testes especializados.

Como o rompimento é uma consequência emergencial e fatal do aneurisma da aorta abdominal, por isso a importância do diagnóstico precoce

Como tratar o aneurisma da aorta abdominal antes de ele se romper

O objetivo do tratamento - monitoramento médico ou cirurgia - é evitar que o seu aneurisma se rompa, diminuindo assim, o risco de morte. O tipo de tratamento necessário depende do tamanho do aneurisma da aorta e da rapidez com que ele está crescendo.

Monitorização médica constante

O médico poderá recomendar esta opção se o aneurisma da aorta abdominal for pequeno e a pessoa não tiver sintomas muito aparentes. Ela terá consultas regulares para verificar se o aneurisma está crescendo e realizará tratamentos para lidar com outras condições médicas como pressão alta.

É provável que o paciente precise também de exames de imagem regulares para verificar o tamanho do aneurisma. É recomendado fazer uma ultrassonografia abdominal pelo menos seis meses após o diagnóstico do aneurisma e exames periódicos de acompanhamento, como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, entre outros.

Cirurgia

O reparo é geralmente recomendado se o aneurisma for grande ou se estiver crescendo rapidamente. Além disso, o médico poderá pedir cirurgia se a pessoa tiver sintomas como dor ou sinais de eminência de rompimento.

Além disso, dependendo de vários outros fatores, incluindo localização e tamanho do aneurisma, idade e outras condições, as opções de cirurgias podem incluir:

  • Cirurgia abdominal aberta: Isso envolve remover a seção danificada da aorta e substituí-la por um tubo sintético (enxerto), que é costurado no lugar.
  • Reparo endovascular: Este procedimento menos invasivo é usado com mais frequência. Onde fazemos o implante de um enxerto sintético na aorta, que é inserido por um cateter através de uma artéria na perna. O enxerto - um tubo tecido coberto por um suporte de malha de metal - é colocado no local do aneurisma, expandido e reforçando as paredes, despressurizando o aneurisma.

As taxas de sobrevida a longo prazo são similares tanto para cirurgia endovascular quanto para cirurgia aberta. Por isso, a melhor opção poderá ser indicada por seu médico de acordo com as individualidades de cada paciente.

Estilo de vida e recomendações

Para um aneurisma da aorta abdominal, os especialistas sugerem que o paciente evite exercícios pesados e atividade física vigorosa para não aumentar excessivamente a pressão arterial, o que pode colocar mais pressão sobre o aneurisma.

Cuidado com o estresse excessivo, ele pode elevar sua pressão arterial. Por isso, tente evitar conflitos e situações estressantes. Se você estiver passando por um período particularmente delicado em sua vida, informe o seu médico, pois seus medicamentos talvez precisem ser ajustados para evitar que seus níveis de pressão arterial subam demais.

Para evitar que o seu problema chegue a essas consequências, visite regularmente uma angiologista como a Dra. Fernanda Mescolin para entender melhor sobre o aneurisma de aorta e sobre as opções de tratamento.

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Trombose: conheça as principais causas e riscos

Diferentemente do que muitos pensam, a trombose não acomete apenas mulheres. Homens também podem ser vítimas. Mas, por estarem mais expostas a fatores de risco, como o uso de anticoncepcionais e gravidez, a incidência da trombose em mulheres entre 20 e 40 anos é maior do que em indivíduos do sexo masculino.  Mas, mesmo sendo algo tão comum, boa parte da população ainda tem dúvidas. O que é trombose? Quais são seus riscos? Existe tratamento? Se você precisa de mais informações sobre esta doença, veio ao lugar certo.

O que é trombose?

Imagine uma grande cidade com todas aquelas ruas e avenidas.  Agora imagine que um carro pare no meio de uma das avenidas mais movimentadas desta cidade. Logo, um congestionamento é formado, paralisando o fluxo de veículos e deixando tudo mais lento.

Pode acontecer a mesma coisa com seu corpo e suas veias. Às vezes, o fluxo de sangue está tão lento que acaba coagulando dentro de uma delas. Com o tempo, um trombo maior pode se formar, entupindo a circulação e atrapalhando o fluxo do sangue no corpo.

Conhecida como trombose venosa profunda, ocorre na maioria das casos nas veias das pernas, constituindo o tipo mais comum de trombose.

Quais os riscos da trombose?

O maior problema relacionado à trombose é a chamada embolia.  A embolia ocorre quando um coágulo se desprende da veia e vai para o pulmão, ocasionando a Embolia Pulmonar .

Embora muitas pessoas não saibam e não seja muito divulgado, a embolia de pulmão é uma das principais causas de morte no mundo. Identificar o problema o quanto antes é imprescindível para dar início ao tratamento e evitar maiores transtornos.

Quais os sintomas da trombose?

É comum que a doença não apresente nenhum ou poucos sinais. Mesmo assim, é preciso ficar atento aos sintomas, pois eles podem ajudar a detectar doença no estágio inicial, ajudando assim no diagnóstico e no tratamento. São eles:

  • Dor nas pernas
  • Inchaço
  • Alteração na cor da perna, que pode ficar vermelha ou até mesmo azulada nos estágios mais avançados
  • Sensação de queimação no local em que a veia está obstruída

Assim que os primeiros sintomas forem notados, é recomendado que o paciente visite um profissional especializado, ou seja, um angiologista/cirurgião vascular. Quanto antes começar o tratamento, menores os riscos e maiores as chances de cura.

Varizes têm relação com a trombose?

A sabedoria popular relaciona a trombose às varizes. Em alguns casos, isto até pode ser verdade, mas nem sempre. Varizes são dilatações das veias, elas facilitam o surgimento da trombose, pois na região destas dilatações, o sangue circula de forma mais lenta. Não é preciso se apavorar ao notar que sua perna está apresentando estes sinais, mas, neste caso, é bom procurar um profissional.

A trombose prejudica apenas as pernas?

A trombose venosa profunda ocorre mais comumente nas veias das pernas, há casos em que a trombose afeta outras partes do corpo, como por exemplo, a trombose renal (a veia responsável pelo transporte de sangue para fora dos rins é bloqueada por um trombo), trombose da veia mesentérica, trombose nas veias do braço.

Além desses, há vários outros tipos de tromboses que podem se manifestar em outras partes do organismo. A melhor recomendação é prestar atenção ao próprio corpo, em dores que surgem repentinamente e que vão ficando gradualmente mais fortes.

Quais são os tratamentos da trombose?

Os tratamentos dependem do estágio da doença. O principal tratamento é administração de  medicamentos para afinar o sangue, os anticoagulantes, esses impedem a formação de novos trombos. Existe também a possibilidade da implantação de uma espécie de filtro para impedir que o coágulo se desloque para outras partes do corpo, em casos selecionados.

Os cuidados clínicos como a mudança do estilo de vida são fundamentais. Por exemplo, é aconselhável que o paciente pare de fumar, evite exageros ao consumir bebidas alcoólicas, faça exercícios físicos com mais frequência e use meias elásticas. Estas recomendações servem tanto para quem já teve trombose quanto para quem quer evitá-la.

Se você suspeita que esteja com trombose, a melhor forma de sanar essa dúvida é se consultando com um especialista. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas e de saúde de Juiz de Fora, especialista em cirurgia vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Sua prioridade são os tratamentos minimamente intrusivos e que proporcionam ao paciente uma recuperação rápida. Clique aqui e entre em contato com ela agora mesmo.


Trombose: prevenção e tratamentos

A trombose venosa ocorre quando um coágulo se forma nas veias, o que acontece com mais frequência nos membros inferiores (pernas e coxas). O coágulo bloqueia a passagem de sangue e causa um inchaço, seguido de dores, na região.

Um dos maiores riscos da trombose é que este coágulo se desprenda e passe a se movimentar na corrente sanguínea, iniciando um processo conhecido por embolia, podendo ficar preso nos pulmões (a embolia pulmonar), resultando em consequências graves à saúde.

Fique atento aos possíveis sinais e/ou sintomas:

  • Dor constante;
  • Calor na região afetada;
  • Vermelhidão na região das pernas;
  • Rigidez da musculatura;
  • Inchaço

Como eu posso me prevenir da trombose?

Sabemos que existem fatores que contribuem para o surgimento da trombose, mas que estão fora de nosso controle ou são consequência de ações necessárias. Tais como:

  • Imobilização - por consequência de alguma doença ou cirurgia, especialmente ortopédica.
  • Idade avançada.
  • Câncer.
  • Aumento dos níveis de estrogênio - devido ao uso de anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal.

Porém, existem muitas outras medidas que podemos tomar para evitar ou prevenir a trombose, como:

  • Evitar ficar parado. Pessoas que acabaram de fazer cirurgia, às vezes, necessitam ficar paradas por um determinado tempo. Porém, sempre que possível, movimente as pernas, faça algum exercício, por mais que seja um movimento mínimo. Outra dica importante: Se você estiver viajando uma longa distância de carro, pare a cada hora e dê uma volta.
  • Dentro do avião, fique de pé ou ande vez ou outra. Se não for possível ficar de pé, tente exercitar as pernas. Levante e abaixe os calcanhares, mantendo os dedos dos pés no chão e, em seguida, levante os dedos dos pés com os calcanhares no chão.
  • Mudar o estilo de vida. Perder peso, parar de fumar e se alimentar corretamente pode ajudar não somente a evitar a trombose, mas ajudar na saúde geral.
  • Exercício. Exercícios regulares reduzem o risco de criação de coágulos sanguíneos. Essa é uma dica importante para as pessoas que trabalham sentadas ou viajam com muita

frequência.

Qual é o tratamento adequado para a trombose?

Existem medicamentos anticoagulantes (agentes de prevenção da coagulação) que bloqueiam a formação de novos coágulos. Além disso, com o tempo, os processos naturais do corpo começarão a dissolver os coágulos que já se formaram.

Porém, para que seu tratamento seja de fato eficaz, é necessário um acompanhamento profissional. A Doutora Fernanda Mescolin é angiologista e especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, conhecida por ser adepta de intervenções minimamente invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida e menos incisiva.

Agende uma consulta e vamos analisar o seu caso para indicar o melhor tratamento, pois quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Qual é o tratamento mais seguro para as úlceras varicosas?

Como já vimos nos artigos anteriores, as úlceras varicosas são feridas crônicas, consequências da insuficiência venosa que ocorre por vários motivos, como por exemplo, excesso de peso, múltiplas gestações, fatores genéticos, tabagismo, entre outros.

Por ficarem expostas, as feridas estão sujeitas a infecções e complicações. Além disso, devido à eliminação de secreções, ao mau cheiro e à aparência desagradável na área do tornozelo, o problema traz complicações sociais.

Por isso mesmo, é importante que ao se apresentar algum dos sintomas da úlcera varicosa, o paciente busque tratamentos adequados e se preocupe em adquirir bons hábitos para prevenir novos casos da doença. Confira neste artigo os tratamentos mais comuns para as úlceras varicosas.

Possíveis Tratamentos

No início é importante efetuar o tratamento local, principalmente para que as feridas não fiquem abertas ou até evoluam para um quadro de infecção.

Após se consultar com um especialista, são propostos tratamentos e prevenções primárias como:

  • O repouso com os membros elevados;
  • O uso de meias elásticas ou bandagens abrangentes
  • A utilização de curativos elásticos com camadas de alta compressão

Porém, não adianta tratar somente a consequência. O uso de meias elásticas, o repouso com os membros para cima e o uso de medicações para as feridas são ações que podem ajudar, mas a hipertensão venosa deve ser igualmente tratada, caso contrário, as feridas abrirão novamente e os problemas com os sintomas, como os inchaços e dores, voltarão a existir.

Muitas vezes, cirurgias vasculares são necessárias, ou até tratamentos a laser para varizes. Por isso mesmo, é importante consultar um especialista. Um angiologista diagnosticará cada caso de forma personalizada, indicando o tratamento necessário ao paciente.

Certamente que os tratamentos e prevenções primárias para o local afetado pela úlcera, como o uso de meias elásticas, bandagens compreensivas e curativos elásticos devem ser mantidos ao longo de toda a terapia, porém sempre com o acompanhamento dos profissionais da área.

Agende uma consulta

A Doutora Fernanda Mescolin é uma angiologista especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, conhecida por ser adepta a intervenções minimamente invasivas e tratamentos que permitem uma recuperação rápida e menos desagradável ao paciente, além de estar na vanguarda dos métodos e tratamentos avançados para as doenças vasculares. Agende uma consulta e venha conhecer nossos tratamentos. Quando o assunto é saúde, você merece o melhor.


Entenda os riscos das varizes para a saúde

As Varizes, que comumente afetam nossas pernas, fazem parte de uma doença intitulada Insuficiência Venosa Crônica. Seus sintomas podem ser prejudiciais para o dia-a-dia de qualquer pessoa e, se não são tratadas, também podem evoluir, tornando-se fatores complicadores para problemas mais sérios. Entenda neste artigo os maiores riscos das varizes para a saúde e como evitar que se tornem distúrbios vasculares mais preocupantes.

Os problemas no sistema venoso, como por exemplo o surgimento de varizes, podem evoluir constantemente se os sintomas como os que listamos abaixo não forem tratados:

  • Cansaço.
  • Queimação.
  • Ardência.
  • Cãibras constantes.

Esses sintomas pioram com o passar do tempo e, por isso, é importante que um especialista seja consultado no caso de um deles se agravar.

Apesar de as varizes serem condições benignas, se não tratadas, podem causar problemas como:

Lesões na pele (comichão)

As lesões decorrem principalmente de varizes não tratadas. Inicialmente chamadas de dermatites, elas causam irritações que podem evoluir e se tornar úlceras.

Úlceras (feridas abertas)

A úlcera varicosa é uma ferida aberta que surge na pele da perna e pode, se não tratada da forma correta, evoluir com complicações como infecção.

Flebite (inflamação das veias)

Neste caso, uma espécie de coágulo bloqueia o sangue nas veias causando uma inflamação, gerando dor, calor e vermelhidão na região acometida. Dependendo do local onde o coágulo foi formado, há risco deste migrar para os pulmões e causar uma embolia pulmonar, muitas vezes fatal.

Oclusão de veia por coágulo de sangue (trombose venosa).

A trombose venosa acontece por decorrência da formação de coágulos nas veias profundas e tem como consequência o inchaço, e a dor na região das pernas.

A trombose venosa é uma doença potencialmente grave e merece um tratamento especial do angiologista/cirurgião vascular, já que na maioria das vezes utilizamos como tratamento principal medicamentos que reduzem a viscosidade do sangue, com intuito de evitar novas tromboses. Porém, para diminuir a ocorrência de novos episódios, embolia pulmonar e evitar sequelas, é necessário acompanhamento médico e tratamento adequado.

Como posso evitar ou amenizar minhas varizes?

Existem alguns fatores que podem ser mudados para tentar evitar ou até mesmo amenizar as varizes e as complicações resultados dos principais riscos das varizes. Dentre os principais fatores, vamos destacar os seguintes:

  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Tabagismo

Desta forma, é importante frisar que, prevenir problemas mais sérios no sistema circulatório requer mudanças no estilo de vida. Saiba reconhecer os principais sintomas e sinais das doenças e, se necessário, procure um especialista.

A Dra. Fernanda Mescolin é especialista em doenças vasculares e é adepta à realização de procedimentos menos invasivos e tratamentos com rápida recuperação. Se você precisa de um especialista que entenda do seu problema, entre em contato e agende uma consulta. Queremos e vamos garantir o seu bem-estar e sua saúde.